Violência obstétrica: uma revisão narrativa

Amália Lucia Machry Santos, Regina Gema Santini Costenaro, Leris Salete Bonfanti Haeffner, Alexandre Antonio Naujorks, Martha Helena Teixeira de Souza

Resumo


No presente trabalho se teve como objetivo compreender como os profissionais de enfermagem percebem a violência obstétrica por meio de uma revisão narrativa de literatura. Foi desenvolvido no período de agosto à setembro de 2015, nas bases de dados Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) e no portal Scientific Eletronic Library Online (SCIELO). A partir das análises dos artigos encontrados emergiram duas categorias temáticas violência obstétrica praticada por profissionais de saúde e a escolha do parto visando uma qualidade de assistência à gestante. A enfermagem pode incorporar em suas práticas de cuidado às mulheres, ações de enfrentamento e de prevenção dos agravos nas situações de violência, permitindo que as premissas do Parto Humanizado sejam respeitadas. Percebe-se que a assistência obstétrica sem respaldo científico, agressiva e que em muitas vezes viola os direitos humanos básicos das mulheres está atrelada ao modelo de parto vigente.

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