NO JOGO É A MOEDA QUE DIZ, NÃO É A GENTE QUE QUER NÃO: O QUE DIZEM CRIANÇAS SOBRE A PROBABILIDADE

Rita Cassia Batista, Rute Elizabete de Souza Rosa Borba

Resumo


O presente estudo objetivou analisar compreensões de crianças do 1º, 3º e 5º anos no que concerne a três exigências cognitivas necessárias ao entendimento da probabilidade: compreender a aleatoriedade, formar o espaço amostral e comparar e quantificar probabilidades. Foram realizadas entrevistas clínicas com 36 crianças dos anos iniciais do Ensino Fundamental, apoiadas em dois jogos: Travessia do Rio e Passeios Aleatórios da Rute. Os resultados apontaram que o significado intuitivo da probabilidade foi evidenciado, a partir de uma linguagem natural baseada em crenças e opiniões. As crianças mais velhas apresentaram argumentos mais coerentes, no entanto, os seus conhecimentos não estavam consolidados, apesar das suas facilidades em identificar eventos impossíveis, pouco e muito prováveis. Foi constatado que os jogos se configuraram em elementos facilitadores e promovedores da aprendizagem e um maior tempo de discussão a partir deles pode propiciar maiores avanços nos conhecimentos probabilísticos das crianças.


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